
Desde 1996 que o Centro Social e Paroquial de Abadim desenvolve a sua actividade no âmbito, do apoio domiciliário, da dinamização do Centro de Dia e do Centro de Actividades de Tempos Livres. O apoio ao nível da acção social, o acompanhamento de processos do Rendimento Mínimo Garantido e também a intervenção desenvolvida no campo da formação profissional, constituem as principais acções desenvolvidas por esta colectividade.
Apoio domiciliário aos idosos é a principal actividade do Centro Social e Paroquial de Bucos, colectividade que se encontra em funcionamento desde 1996, em Vila Boa, na freguesia de Bucos.
A funcionar desde 1992, o Centro Social e Paroquial de Cavez, desenvolve a sua actividade através da dinamização do Lar de Idosos, apoio domiciliário e um centro de actividades e temos livres destinado às crianças daquela localidade.
Localizado na vila do Arco de Baúlhe desde 1990, este Núcleo da Cruz Vermelha desenvolve actividades ao nível do Apoio Domiciliário, Unidade de Socorros com Transporte de Doentes e formação profissional.
Actualmente localizado em Vinha de Mouros, em Refojos, o Centro Social de Cabeceiras de Basto foi fundado em 1983 com o objectivo de contribuir para a promoção do bem estar da população do concelho.
Creche, Jardim de Infância, Parque Infantil orientado, Teatro, Biblioteca e Modalidades desportivas amadoras, são algumas das actividades a que se dedica esta colectividade que abrange todas as freguesias do concelho.
A Fundação AJGomes da Cunha , antigo “Instituto” ou Obras” como ainda hoje alguns lhe chamam, é uma instituição criada pelo benemérito António Joaquim Gomes da Cunha, natural do Lugar de Gondarém, da freguesia de S. Nicolau, do concelho de cabeceiras de basto, que, tendo amealhado fortuna no Brasil, durante o século dezanove, fez constar no seu testamento, o desejo de compara terrenos no Lugar de Gondarém, para aí construir edifícios para Escolas primárias (Masculina e Feminina), Posto Médico, Farmácia e outros espaços destinados a alojamento de professores e farmacêuticos.
O seu desejo veio a tornar-se realidade, pelo que além destas estruturas, foi ainda construído um edifício destinado a Escola Agrícola, Industrial e Comercial que, entretanto entraram em colapso, devido à conjuntura política e financeira dos anos 20, o que levou à degradação natural dos edifícios, em consequência da sua não utilização.
Mais tarde o “Instituto “ passa a Fundação e alarga a sua área de intervenção e abrangência tendo em vista já, a criação de uma Escola de Deficientes, como forma de reiniciar a actividade da instituição.
Segui-se um trabalho de contacto com a Segurança Social, no sentido da obtenção do necessário apoio para a elaboração do projecto, depois, para o respectivo financiamento da obra, tendo-se iniciado o transporte de jovens deficientes no concelho, para a Cercifafe e a prestação do serviço de apoio domiciliário às famílias dos deficientes.
No entanto, e apesar deste trabalho, continuava a verificar-se uma enorme carência social, no apoio a deficientes e às suas famílias, assim como um elevado número de casos detectados de deficiência sem qualquer resposta adequada e uma ausência de equipamentos de apoio a pessoas inadaptadas, ao nível local.
Para fazer face às carências de apoio à deficiência que continuava a sentir-se, foi incluída em PIDDAC (1997-1999), a verba necessária para as obras de adaptação de parte do edifício da Fundação, para aí criar um Centro de Actividades Ocupacionais (CAO) para Cidadãos Inadaptados, que permitiria a realização de actividades socialmente úteis e estritamente ocupacionais, bem como apoio técnico permanente nos planos físico, psíquico e social.
É assim que hoje, a fundação tem em funcionamento um Centro de Actividades Ocupacionais (CAO) para 30 utentes, dinamiza um Núcleo de Estudos de Apoio às Crianças e Jovens (NEACJ), no âmbito do programa Ser Criança, que presta apoio em sala, a 14 crianças, fornece as refeições aos alunos do pré-escolar de Gondarém e está a iniciar um novo projecto de apoio ao desenvolvimento social e comunitário, designado Comunidade Viva.
O combate a incêndios, o socorro às populações em caso de incêndios, inundações, desabamentos, abalroamentos, acidentes, catástrofes ou calamidades são as áreas de intervenção desta associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, constituída em 1949, neste concelho.
Socorro e transporte de sinistrados, doentes e urgências pré-hospitalares são igualmente tarefas da sua competência.
A Cruz Vermelha Portuguesa, Núcleo de Cabeceiras de Basto, desenvolve o Apoio Domiciliário a Idoso, prestando serviços essenciais como a alimentação, higiene e limpeza das roupas, da habitação e do próprio idoso.
Instalada em Cabeceiras de Basto em 1947, esta associação localiza-se na Cerca dos Frades, em Refojos.
