
Com sede na Raposeira, na freguesia de Refojos de Basto, deste concelho, a Associação "Os Cavaquinhos da Raposeira", é uma das colectividades do concelho de Cabeceiras de Basto. Recentemente constituida, apresenta no seu histórico a realização de várias iniciativas, tais como a organização da Festa de S. Pedro, na Raposeira, os cantares dos reis pelas aldeias, entre outras, tendo em vista a preservação e a divulgação dos usos, costumes e tradições desta terra.
A participação do Grupo de Cavaquinhos, em diversos eventos realizados não só em Cabeceiras de Basto, como em outras localidades do país e do estrangeiro, nomeadamente em França, onde estiveram em 2009, para representar o concelho no Encontro Internacional de Folclore organizado em Rives, fazem igualmente parte do rol de actividades em que participam.Trata-se de uma associação de cariz cultural e recreativo, com sede no lugar do Samão, freguesia de Gondiães, que tem como principal objectivo promover acções de inventário, estudo e divulgação dos valores constituintes do património natural, histórioco, etnográfico, ou qualquer outra forma de raiz popular que se ssuma como património da Região.
Fomentar e apoiar iniciativas visando a defesa do património rural construído e natural, ameaçado no todo ou em parte de actos de delapidação.
Preservá-los alguns locais da memória colectiva do povo, os usos e os costumes de outrora.
Colaborar com entidades públicas, promovendo acções com insidência na sensibilização cultural da Comunidade em geral.
Fomentar a recolha de artefactos, fotografias e outros, tendo em vista a defesa da cultura local.
Esta associação, recentemente fundada, tem à sua frente o Engº José Barroso.
Trata-se de uma associação que tem como principal objectivo promover acções de inventário, estudo e divulgação dos valores constituintes do património natural, histórioco, etnográfico, artístico, técnico ou qualquer outra forma de raiz popular ou erudita que assuma o património da Região.
Fomentar e apoiar iniciativas visando a defesa do património público e privado, ameaçado no todo ou em parte de actos de delapidação.
Apoiar e participar em acções destinadas a desenvolver o potencial cultural da Comunidade.
Adquirir por compra, doação ou qualquer outro meio previsto na lei, bens móveis ou imóveis com vista a mantê-los e a preservá-los de destruição, delapidação ou saída da Região.
Colaborar com entidades congéneres nacionais ou estrangeiras, promovendo acções com interesse na formação cultural da Comunidade em geral.
Fomentar a criação de pólos de defesa da cultura local.
Constituída em 2002, a ARBORADA – Associação Recreativa e Cultural de Bombos da Orada, tem como objecto principal a promoção e a divulgação sociocultural e recreativa dos seus associados, através da criação, recolha e interpretação de cânticos tradicionais e ritmos de percussão.
A preservação de instrumentos musicais tradicionais da região, é outra das valências desta colectividade sedeada no lugar de Cucana, na freguesia de Refojos.
Campismo, torneiros de futebol, passeios pedestres e de BTT, jogos de Sueca e Malha e um Grupo de cantares e outro de Bombos, são as principais actividades a que se dedica esta recém fundada associação.
Localizada em Moimenta, na freguesia de Cavez, a ARM dinamiza um grupo de jovens a quem cabe a promoção de actividades socioculturais que contribuam para o bem estar e para a ocupação salutar dos tempos livres daquela população.
A Associação Recreativa de Moimenta conta, desde o final do ano de 2011, com uma nova secção dentro da associação. Trata-se do Grupo Folclórico ‘As Lavradeiras da Vila de Cavez’, que integra cerca de 40 pessoas das freguesias de Cavez, Gondiães e Pedraça.
Constituída no ano de 2002, a AJCB – Associação Juvenil de Cabeceiras de Basto, tem como principais actividades as artes marciais, com destaque para o Judo, o Karaté e a Capoeira.
Apesar da curta existência já participou em diversas iniciativas, fazendo demonstrações e apresentando as diferentes modalidades que envolve actualmente, algumas dezenas de jovens deste concelho.
O folclore representa a principal actividade da Associação Grupo Folclórico de S. Nicolau. Desde a sua fundação, em 2002, esta colectividade tem recebido cada vez mais solicitações para participar em festivais, festas e romarias, promovendo desta forma o folclore e a etnografia das gentes de Basto.
Exclusivamente dedicados aos Bombos, a Associação de Zés Pereiras de Basto, tem procurado divulgar a cultura popular desta região, no concelho e além fronteiras, levando longe o nome de Cabeceiras de Basto.
Fundada em 2001, esta colectividade tem participado em diversas actividades de cariz sociocultural.
O Grupo Coral e Recreativo “Os Ceifeiros de S.to André” está sedeado em Vila Nune. Fundado em 1997, tem vindo a dedicar-se à recolha de letras e músicas populares que interpretam com gosto e satisfação, recordando os usos e costumes de um passado recente que o tempo ajuda a esquecer.
Contribuir para a defesa e promoção dos interesses culturais e patrimoniais do concelho é um dos principais objectivos da associação Cívica “Fórum Cabeceirense”.
Desenvolver actividades de carácter cívico, por forma a estimular a participação dos Cabeceirenses no quotidiano da nossa terra , é outra das tarefas inerentes ao trabalho que desenvolvem.
Esta colectividade empresta ainda o seu nome ao mensário regionalista “Fórum Cabeceirense”.
Desde a sua fundação em 1996, a Associação Recreativa e Cultural “Águias de Painzela” tem vindo a realizar torneios de futebol, jogos de sueca e malha. Esta colectividade dinamiza também, um grupo de cantares interpretando música popular regional e desta forma divulgando e promovendo a cultural tradicional Portuguesa.
Fundada em 1994, a Associação de Professores de Basto centra a sua acção quase exclusivamente, nas actividades do Grupo de Cantares de Professores. Esta colectividade tem vindo a proceder à recolha de documentos escritos e musicais originários das terras de Basto, que divulgam através das diversas actuações que fazem dentro e fora do concelho.
Fundado em 1989, o Rancho Folclórico S. João Baptista de Cavez é uma colectividade que tem como objectivo principal desenvolver actividades de cariz etnográfico e folclórico.
Tendo Cavez como centro da sua acção, participa em festas e romarias, em encontros e concursos divulgando e promovendo os usos e costumes daquela localidade em particular e do concelho em geral.
A defesa, o estudo e a divulgação do património cultural e natural, bem como a sua conservação e recuperação, são os objectivos principais da Associação Cultural de Riodouro – A Montanha.
Fundada em 1985, esta Associação tem vindo a desenvolver diversas actividades com o intuito de despertar a população local para a defesa do património sociocultural e ambiental que a freguesia de Riodouro detém.
Fundada em 1982, a ARCDR – Associação Recreativa e Cultural Desportiva de Refojos, é uma colectividade de cariz juvenil.
Tem como principal objectivo o lançamento de actividades capazes de contribuir para o desenvolvimento global dos jovens, incentivando-os à participação efectiva na vida sociocultural e ambiental do concelho.
Inicialmente direccionada para actividades como o Jogo do Pau, o Tiro aos Pratos, o Atletismo e o Futebol, rapidamente centrou as suas atenções para a outras actividades socioculturais e recreativas como a recolha e a divulgação de diversos jogos tradicionais (Jogo do pau, da Malha, da Porca e do Malhão, dos Cantinhos e das Corridas de ganchas), assim como a exibição de filmes e a realização de torneios de futebol de cinco.
Esta associação dinamiza também a Escola de Jogo do Pau, que além de percorrer o país de Norte a Sul, tem efectuado exibições em diferentes países europeus, divulgando desta forma o nome de Cabeceiras de Basto.
Acampamentos, acantonamentos, caminhadas, encontros de reflexão e ajuda comunitária, são algumas das actividades desenvolvidas pela Associação Guias de Portugal.
Fundada em 1979, esta colectividade é constituída por um grupo de jovens raparigas que dirigem e dinamizam as diversas acções planeadas.
Fundada em 1977, a Associação, tem vindo a recolher músicas, letras e danças, que servem de suporte ao Rancho Folclórico “Os Camponeses de Arosa”.
Festas e romarias, intercâmbios associativos e deslocações ao estrangeiro, têm mobilizado a actividade desta colectividade que dinamiza também acções de cariz socio-cultural em prol da comunidade onde se encontra sedeada.
Fundada em 1977, a ARCA, é uma associação cultural e recreativa, que tem como principal objectivo apoiar e desenvolver iniciativas na área social, nomeadamente através da integração social de grupos de risco ou marginalizados. O teatro, o folclore, a criação de uma escola de música, fazem igualmente parte dos seus objectivos. Prevê também nos seus estatutos a promoção da prática de jogos tradicionais, aquáticos, desportos amadores, náuticos e radicais.
A intensa actividade desenvolvidas valeu-lhe a homenagem prestada pela Câmara Municipal a que decidiu atribuir a Medalha de Mérito Público – grau prata.
Fundada em 1820, é a mais antiga das colectividades do concelho, sendo igualmente a de maior implantação e a que mais contribui para a aprendizagem e divulgação musical nas Terras de Basto.
Há mais de 180 anos que esta Banda participa numa das maiores romarias do Norte do país, festivais de bandas filarmónicas, concertos, desfiles e recepções. O seu prestigio reside na qualidade, empenho e postura adaptadas em todas as actuações, arrecadando os mais altos elogios.
Dirigida por Maestros de renome, tais como Serafim Aguiar, Amilcar Cunha, Joaquim Peixoto, José Machado, Dr. Gil Lopes, entre outros.
Do histórico desta importante filarmónica minhota, destacam-se figuras de relevo, cuja dedicação à colectividade e trabalho desenvolvido em prol da mesma, mereceram o reconhecimento público. Referimo-nos ao Cabeceirense António Mendes, cidadão de reconhecidos méritos, que a Autarquia homenageou e a quem eregiu um busto, junto à Casa da Música, edifício que actualmente alberga a sede da Banda Cabeceirense e onde funciona também a escola de música da colectividade, bem como outras actividades de educação/formação musical.
Em 1999, na sequência da grande afluência de jovens à escola de música, surge a Banda Juvenil Cabeceirense, composta por 40 elementos executantes que apesar da sua tenra idade têm brilhado nos Encontros das Bandas Juvenis e concertos nas escolas do concelho.
Graças ao dinamismo incutido, é motivo de orgulho dos responsáveis pela cultura e de toda a população Cabeceirense.
