
Trata-se de uma medida inovadora e pioneira de gestão empresarial da floresta que agrega vários parceiros públicos e privados tendo em vista criar uma atitude pró-activa em torno da promoção, valorização e defesa da Floresta.
Cabeceiras de Basto possui uma significativa área florestal e uma elevada aptidão natural para o desenvolvimento deste importante sector económico, já que permite a realização de um vasto leque de actividades que vão das mais tradicionais como a produção florestal, pastoreio, caça e pesca até às menos desenvolvidas como a apicultura, o aproveitamento energético da Biomassa, o recreio, o lazer e o turismo, entre outras. É por isso, uma área que se reveste de grande relevância económica, social, cultural e ambiental, que exige dos cidadãos e das instituições, públicas e privadas, práticas que contribuam para a sua gestão integrada e sustentada.
Nessa óptica nasceu a régie-Cooperativa TERRA+VERDE a que estão acopladas funções ao nível de gestão integrada dos espaços florestais; planeamento, ordenamento, povoamento e repovoamento florestal; prevenção e defesa da floresta; associativismo dos produtores florestais; prevenção e combate aos fogos florestais; empresarialização dos bens e serviços gerados na floresta, tendo como principal objectivo desenvolver projectos, integrar entidades e prestar serviços capazes de contribuir para o desenvolvimento integrado e sustentado dos espaços florestais.
Com um capital social ilimitado, variável e de montante mínimo de cem mil euros, a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto avançou com a subscrição de 4.000 títulos a que corresponde o montante de 40.000 euros do capital social desta Cooperativa de Interesse Público que inclui a adesão de outros cooperantes que manifestaram interesse em aderir a esta estrutura de gestão capaz de promover um melhor aproveitamento de todas as sinergias que se encontrem nos espaços florestais, em prol da defesa, do fomento, da preservação, da valorização e da promoção do uso múltiplo da floresta.
Fundada em 1996, a RuralBasto é uma Cooperativa de Desenvolvimento AgroFlorestal de Basto, criada no concelho de Cabeceiras de Basto onde instalou a sua sede. Imediatamente alargou a sua actividade aos restantes concelhos da Região aproximando-se assim, o mais possível dos seus cooperantes. A cooperativa tem cerca de 161 sócios, dos quais se destacam os Conselhos Directivos de Baldios de Moimenta, Arosa e Vilela.
Como resultado dos seus estatutos, a sua actividade é repartida por duas acções distintas: A Secção de Comercialização – (mel das Terras Altas do Minho, Vinho de basto, Fumeiro de Basto, Broa, artesanato, frutos regionais e carnes Barrosã, Maronesa e Cabrito das Terras Altas do Minho).
A Secção Florestal – apoiar o desenvolvimento da produção e comercialização dos produtos originários da floresta (madeira e seus derivados)
Outros projectos – no final do ano de 2000, foi aprovado pelo IEFP, a criação de uma UNIVA (Unidade de Inserção na Vida Activa), para um período de três anos. Este posto de atendimento encontra-se em funcionamento.
A RuralBasto desenvolve pois um amplo conjunto de iniciativas e de actividades que promovem, sem dúvida, o desenvolvimento da região e o bem estar das suas populações.
A Associação Florestal de Basto foi constituída em 1994, passando a partir de então a dedicar-se à elaboração; acompanhamento e execução de projectos florestais; avaliação de material lenhoso; levantamento perimetrais com GPS; informação e divulgação de apoios financeiros; elaboração de planos de gestão florestal; acções de formação profissional e beneficiação de áreas florestais constituem a actividade principal desta colectividade sedeada em Arco de Baúlhe.
Gerir programas comunitários, nomeadamente Centro Rurais, PIC Leader, PIC Leader II e PIC Leader +, são a principal actividades da Probasto – Associação de Desenvolvimento Rural de Basto, constituída em 1991 e sedeada em Refojos de Basto.
adrb.probasto@mail.telepac.pt
Constituída em 1988, a Associação Mútua de Seguros de Gado, é uma associação privada sem fins lucrativos , que surgiu com o objectivo inicial de apoiar os agricultores, nomeadamente para superar a inexistência de um seguro mínimo de eficácia com prémios acessíveis.
Alargou a sua abrangência com a constituição do Agrupamento de Defesa Sanitária ara a divulgação de conhecimento e outros serviços, promovendo para o efeito parcerias, contratos ou convenções com outras entidades similares.
A abrangência da sua intervenção ao nível da preservação do património animal, dos projectos que visam o desenvolvimento pessoal e social, as acções de promoção e valorização dos produtos regionais de qualidade, permitiu o reconhecimento de Pessoa de utilidade Pública, nos termos do Decreto-Lei nº460/77 de 7 de Novembro, conforme consta no despacho publicado no “Diário da República”, II Série, n.º 201 de 31 de Agosto de 2000, bem como os 3º e 2º prémios da Melhor Experiência em Associativismo Agrícola na Feira Internacional de Silleda.
Decorridos 15 anos de existência, a Mútua de Basto/Norte, ontem como hoje, assume um papel importante no desenvolvimento local e regional e está atenta aos novos desafios do mundo rural, não apenas de carácter agrícola, mas de todos os sectores de actividade económica e social, numa leitura conjunta das necessidades e das potencialidades, tendo em vista a defesa de interesses e das potencialidades, tendo em vista a defesa dos interesses e a promoção de qualidade de vida dos seus 9.000 associados, em número crescente.
Esta associação, sedeada na Rua Antunes Basto, Refojos, desenvolve actividades ao nível do sector de seguros; Opp-Organização de produtos de Pecuária; Inseminação Artificial; Agrupamento de Produtores de Cabrito das Terras de Altas do Minho; Formação Profissional.
Compra e venda de produtos agrícolas, apoio técnico em projectos e preenchimento de pedidos de ajuda para “INGA” e “IFADAP”, são algumas das actividades que a CABASTO – Cooperativa de Desenvolvimento Agrícola de Cabeceiras de Basto desenvolve.
